Pular para o conteúdo principal

EU, VOCÊ E A REINVENÇÃO

Desafio é a palavra desse século
Inegavelmente
Olhando ao redor é o que vemos
O Criador teve sete dias para inventar o mundo
E nós?
Quanto tempo ainda temos para reinventá-lo?
Sobre outros valores, é claro...
Diferente dos que foram usados e não deram bons resultados
Onde os fins,
Realmente justifiquem os meios
E o fim, seja único e certo: a construção de um mundo melhor
Para a morada de um homem melhor, de um homem humano
Não do cidadão fulano de tal, dono de não sei o quê
Mas do homem dono de um nome e de um corpo
O Homem do fio do bigode
Assim como o homem das cavernas caçava para sobreviver, quando a gente nasce nos dias de hoje, não tem só o “dever” de crescer, de dar frutos e morrer
Temos necessidade de nos cuidar, mas, principalmente, de reinventar o planeta, como um pré-requisito. Um contrato invisível
É daí, é preciso coragem para ser bom
Vontade e inteligência para ser justo e repartir o pão e fé, muita fé
Para acreditar que dessa semente, dos pequenos atos, virá uma plantação de frutos melhores, mais fortes. Frutos de amor
Por que o amor é maior que a certeza e a certeza é também um ato de amor
Doar o que não usamos mais
Entender que o mundo é uma grande teia e temos que dividir tudo
Os acertos e os erros
As muralhas e os muros
Vamos reciclar o mundo, reinventar o homem, humanizar o homem
Vamos transformar a Lei da ação e reação no 11º mandamento
Aceitar que a ação é individual e coletiva
E que a apatia é também uma forma de ação
E que é individual antes de ser coletiva
E entender que agora é a nossa hora
De assumir o ônus e não culpar o sistema
Porque sistema algum será justo se o principal problema do mundo for o homem
Qualquer um dos modelos sem humanidade estará fadado ao fracasso
É hora de reciclar os valores
De ir à Lua sem se esquecer das periferias
Hora de avançar sem para isso ter que retroceder
Expandir, crescer, evoluir
É chegada a hora de reinventarmos o mundo reciclando nosso universo profundo
Limpar a casa e mexer em tudo
Mudar dói, mas melhorar sublima
Reduzindo as mazelas
Reutilizando e aprimorando a experiência dos mais velhos
Reciclando as relações, antes que a lágrima se transforme em choro, e que maçã se encharque de sal, conseguiremos essa tal reinvenção

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Status

Parte de mim é amor e a outra é ilusão. O exercício de viver é alargar as margens da primeira até que a outra simplesmente vire a uma. Tem dias que somos mais a primeira, tem dias que estamos na fronteira. Tem dias que somos pura beira. Não cobro e não ligo, olho pro lado e digo: nem vem, que eu sei voltar pra lá. É uma maré que sobe e desce, movida pelos sentimentos que são movidos pelos pensamentos. Já fui tsunami, já fui lagoa, fá fui até sertão, mas eu sei, é tudo condição. É passageiro. Eu sou passageiro, e também o mar, e também o chão. Ah essa Tao evolução, que cresce dentro da desconstrução. Esse tudo que busca se preencher de nada. Essa divisão que nos insiste, condição de alma triste, de um ego que se alimenta e se maquia de presente. E a união ali latente, aguarda soberana o fundir do último átomo, o ruir da última ilusão. Metade de mim é vida, a outra metade é desconstrução. 

DA IMPERMANÊNCIA DAS COISAS

Prefiro Ter uma reflexão filosófica sobre tudo, do que Ser aquela velha opinião formada sobre o mundo.

A VIDA É A ARTE DA DESCONSTRUÇÃO

Olhado assim, friamente, nem sei quantas vezes devo ter fugido de mim. Eu era tão assim e hoje me vejo tão assado. Aventura ou segurança? Não, apenas a segurança de viver na aventura ou não. Chova ou faça frio, vai ser sempre Sol. Amor ou paixão? Não, mas um certo estranhamento para ambos. Quem sabe eu não queira concluir. Já vivi tantas variações deste tema, que saí até do tom. Virou indiferença social, distância, silêncio. Complacência, carinho, amizade, mas nunca ingratidão. Pra quê resumir o amor e definir a paixão? Quem sabe quais as combinações possíveis? Hoje me enamoro da solidão, que me abraça como sou, que permite abrir qualquer livro, a qualquer hora, que me dá o bônus da não maquiagem, do tempo dedicado aos mais próximos, dos quais já me ausentei brevemente. Flerto com essa liberdade, de cima de uma montanha bem alta, que parece ser única e só caber um alguém. E, daqui de cima, ninguém verá como eu. E tudo bem. Sucesso ou missão? Não sei. O sucesso mais fo...